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Nuno Camarneiro

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Marcámos encontro com Nuno Camarneiro, engenheiro físico e escritor. O vencedor do Prémio Leya 2012 respondeu à chamada e veio ter connosco ao Largo da Portagem. Gosta de tascas e de jardins, mas não do Portugal dos Pequenitos.

Gosto de Coimbra porque…
É fácil gostar de Coimbra. Cada um terá a sua, a minha é cheia de descobertas e encontros felizes.

Figura mais emblemática da cidade:
Há muitas, mas escolho três: Sá de Miranda, Carlos Paredes e a árvore-da-borracha do Jardim Botânico.

Em Coimbra, irrita-me…

A falsa irreverência de alguns meios estudantis e a real reverência para com um passado que merece maior arrojo.

Sítio preferido:
De manhã o Jardim Botânico, à tarde o Parque Verde, de noite uma república das mais antigas.

Melhor esplanada:
Bar de Arquitectura.

Melhor sítio para comer:
Zé Manel dos Ossos, evidentemente.

Melhor sítio para beber copos:
Café Tropical, apesar dos finos mal tirados e do café execrável.

O que faz no dia do cortejo da Queima das Fitas?
Fujo para onde puder.

Onde costuma estacionar quando vai à Baixa? Dá moeda ao arrumador?
Perto do Capela, dou moedas ao parquímetro.

Onde é que não leva um amigo de visita à cidade?
Ao Portugal dos Pequenitos, a menos que tenhamos bebido muito.

Se pudesse demolir alguma coisa em Coimbra, o que seria?
O Arnado ou o Fórum.

Um espaço desaproveitado:
A Baixa inteira.

Melhor espetáculo que viu em Coimbra:
Lhasa no TAGV.

Último museu que visitou:
O Machado de Castro depois da remodelação.

Para relaxar/estar sozinho…
Vou até uma tasca da baixa e fico a observar os velhos através de um copo de tinto.

Para me informar sobre o que acontece em Coimbra…
Ligo a alguns fiéis amigos.

Estou a responder a este inquérito…
À noite, em casa, a ganhar coragem para escrever.

Questionário feito por Carina Correia

(Publicado a 11 Julho 2013)